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FUGAS DO MEU TINTEIRO

Imagens e palavras de um mundo onde há menos gente

FUGAS DO MEU TINTEIRO

Imagens e palavras de um mundo onde há menos gente

Verín

João-Afonso Machado, 22.01.22

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Uma localidade residente no meu coração, Verín, os anais do bivaque das derradeiras tropas d'El-Rei. Notícias que se entrechocam, esperanças e frustrações, coragem e espionagem. Houve de tudo nesses meses em que a  Bandeira não se quis derribada, houve essencialmente a crença em amanhã. 

Verín não é um percurso inalcançável. É já o Tamega a caminho de Portugal navegado por memórias e nacos de História. Mesmo nos dias mais carnavalescos de uma população toda na rua em centenas de disfarces, como num disfarce só os soldados da Bandeira ansiavam por ordens para marchar.

Vale dizer: Verín tem de ser uma estadia de morosidade, de meticulosa reconstituição daquilo que há mais de um século lá se viveu. Decerto não faltará a literatura nem lugares de romagem. Nem mesmo o testemunho transmitido nas gerações de nuestros hermanos...