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FUGAS DO MEU TINTEIRO

Imagens e palavras de um mundo onde há menos gente

FUGAS DO MEU TINTEIRO

Imagens e palavras de um mundo onde há menos gente

Hoje, 24 de Janeiro

João-Afonso Machado, 24.01.21

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Querida Mãe, li há dias um poema espantoso de Pedro Homem de Mello: chama-se Canção Derradeira e é simplesmente só isto - «Minha Mãe deitou-se.../É noite!»

É, já tardote a Mãe adormeceu, mas não nos esquecemos dos seus 92, hoje feitos na contagem do Tempo para além do qual a Mãe está connosco.

Tivesse eu vagar, Mãe, ia aí num instante dar-lhe um beijo de parabéns. Receba-o daqui, está bem? A rede é boa e o telemóvel muito audível... Percebo-a na perfeição, diz-me que  passa lindamente. Que bom!  Outro beijo e até amanhã, querida Mãe!

 

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